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5 de mai de 2011

A beira do abismo...

Antes quero apenas deixar minha lagrimas jogadas por ai, mesmo antes de começar a expressar o que guardo no mais profundo de minha alma, apenas gostaria de insultar a memória que tenho do amor mais puro que tive, por que forte eu sou o suficiente para entender que morto agora estou sem o mais brilhante raio que cruzou o meu caminho, um maldito cavaleiro em uma jornada sem sentido ao mais profundo inferno.
Posso deixar ainda meu sangue envolvido no aço que cortou a carne de tantos dos meus inimigos, mas que covardemente apenas rejeita fazer o que eu devo, por que ser tão forte com os outros, e me curvar a alguem que de tanta fragilidade dobrou um dos maiores matadores nobre que ja existiu, deveria se orgulhar de tal feito, do contrario apenas zombas de mim, eu um maldito cavaleiro condenado, sendento novamente pelos sangue dos justos.
Das trevas eu posso ainda ver a sentelha de luz que era seus olhos, um dia eu fui feliz, hoje percorro o mundo atras de dor, para aplacar a minha propria alma que anseia por mais trevas, destituido de toda humanidade eu permaneço neste espiral de matança que se tornou minha vida, já fui feliz, mas do que isso me diferencia de você que agora lê meus mal feitos escritos.
Apenas desisto e me jogo no mais profundo abismo, enquanto sinto a escuridão preencher todos os espaços que você deixou para mim, enquanto cravava seu punhal em meu coração que desde então não pude mais sentir, sou por vezes recordado de tal sensação, apenas o cólera me toma agora, um maldito cavaleiro templário, de volta a boa luta, procurando almas para julgar...
Cavaleiro Templário...

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