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19 de mai de 2010

Filosofia atravessada...

Passo as noites acordado buscando por algo que não faço a ideia do que é o como deveria se parecer, bom de fato acho que estou louco, mas a loucura de viver é a mola que impulsiona a humanidade, afinal. Assim meus erros se transformam em chagas abertas que nunca iram cicatrizar, meus defeitos potencializados pelas horas que passo a espreitar na noite e a vida se esvai por entre meus dedos sujos com o sangue de inocentes como eu um tempo atras.
Deixo a dor que me invade me mostrar um caminho, por que a dor é o que me resta depois de um coração partido pela falta de amor, um amor que era meu mundo e agora é apenas uma grande lembrança de como era viver, afinal a morte tem suas vantagens, eu não posso mais morrer e isso é de longe uma grande vantagem em um campo de batalha onde só o forte continua de pé ao fim do combate.
Tento o meu melhor para justificar o que sentia por mim, mas as vezes sinto ter fracassado com você por não ter despertado teu amor ou estarmos juntos, mas afasto essas lembranças de mim pois só me tornam humanos e isso eu já fui demais para uma vida. Parto pela escuridão de onde me sinto seguro, nas sombra de uma vida que é apenas uma sobrevida de verdade, assim das trevas sigo meu destino.
Outrora vivo, agora morto por dentro onde mais doi. Sinto que poderia te despertar amor, mas sei que a vida é uma eterna impossibilidade do ser e não ser, sendo o que eu jamais desejaria ser, um solitário e noturno humano, que desistiu do dia para justificar sua forçada solidão, pois o amor esta lá fora a luz do dia e não é mais meu amor, talvez nunca tenha sido na verdade.
A impossibilidade do ser e não ser...

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