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11 de mar de 2010

Da solidão da minha janela...


Se em algum momento sai de minha janela, houve um erro sincero, como observador tenho o dever de estar a margem da vida e dela poder entender os sentimentos sem senti-los por que a cada tentativa de ser humano me torno fraco e na fragilidade do meu ser me deixo levar a lugares que nem mesmo sei explicar...
Amar é a coisa mais dificil que tive de fazer em toda minha breve existência, quando um poeta decide amar ele simplesmente se entrega a toda a sorte de coisas que poder acontecer, talvez em outra vida eu mereça ser amado e desejado, mas nessa amigo eu vim para observar e aprender com meus erros...
Não sou superior as pessoas que vejo lá em baixo, mas sou mais intenso e por isso sofro e sangro mais profundo que os outros, assim sinto que o amor é uma droga que invadiu minhas veias e me tornor imortal, mas não era assim ou pelo menos não tão rapido e intenso como fogo que varre a dor de minha memória, para me lembrar que posso ser feliz...
A verdade é que a falta de amor é uma decisão dificil, mas teve de ser tomada por mim no momento que em eu mais o sentia. Não quero amar sozinho e apesar da solidão de minha janela, aqui me sinto seguro de volta a observar o mundo lá em baixo, trancado dentro do meu universo eu posso não mais sentir...
Só...

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